É um excerto de Os Lusíadas que encontrei quando estava a ler o livro "Inês de Portugal" de João Aguiar.
(...)
"O caso triste, e dino de memória
Que do sepulcro os homens desenterra,
Aconteceu da mísera e mesquinha
Que depois de ser morta foi Rainha"
Luís de Camões
Os Lusíadas, canto III
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Inês de Castro, a única aia de D. Constança que tinha belos vestidos, colares de pérolas e outros acessórios caríssimos, oferecidos por D. Constança e D. Pedro, todas as manhãs ia dar voltas e voltas pela povoação, observando tudo o que a rodeava.
Naquele dia, ao dar o seu passeio matinal, ouvindo o que os populares cochichavam, todas as pequenas e grandes notícias que rapidamente passavam de boca em boca, ouviu uma voz grossa que afirmava que D. Constança estava prestes a ter o seu esperado filho.
Ao saber isto, Inês entrou em choque e ficou feliz, em simultâneo. Um filho de D. Constança e de D. Pedro iria ser mais uma enorme barreira para o amor que Inês sentia por Pedro. Ainda assim, havia um pequeno brilho no rosto de Inês de Castro.
Numa caminhada rápida, chegou em poucos minutos ao castelo, entrou no quarto de D. Constança e, vendo-a deitada, num sofrimento tremendo, agarrou num pano, mergulhou-o numa bacia de água morna e colocou-o sobre a testa de D. Constança, tentando aliviar-lhe as dores.
D. Constança suava, sentia tonturas e não parava de gritar, apesar das tentativas de Inês para a acalmar.
Subitamente, D. Pedro entrou no quarto e beijou-a, acarinhou-a.
Inês ficou paralisada ao ver o Infante, pois ele costumava passar a maior parte do tempo em suas caçadas.
De repente, surge uma enorme mancha encarnada nos lençóis finos e brancos de D. Constança. Todos percebem que acabou de perder o herdeiro.
A pedido de Inês, as aias saem e Pedro fica com a sua mulher, que, muito fraca, chora por não ter aguentado o seu filho na sua barriga.
Choram os dois, até que Constança adormece... um sono longo, do qual não irá acordar.
D. Pedro, agarrado à mulher, grita de desespero, pois acaba de perder o filho e a companheira.
...
Passadas três semanas aproximadamente, D. Pedro começou a encontrar-se com Inês de Castro e, em pouco tempo, esqueceu Constança.
Inês e Pedro passaram a encontrar-se constantemente, quer no povoado, quer no castelo. A partir desses encontros e desencontros, a atracção que D. Pedro tinha por D. Inês evoluiu para um grande amor.
A partir de uma morte inesperada, cresce um amor eterno.
Naquele dia, ao dar o seu passeio matinal, ouvindo o que os populares cochichavam, todas as pequenas e grandes notícias que rapidamente passavam de boca em boca, ouviu uma voz grossa que afirmava que D. Constança estava prestes a ter o seu esperado filho.
Ao saber isto, Inês entrou em choque e ficou feliz, em simultâneo. Um filho de D. Constança e de D. Pedro iria ser mais uma enorme barreira para o amor que Inês sentia por Pedro. Ainda assim, havia um pequeno brilho no rosto de Inês de Castro.
Numa caminhada rápida, chegou em poucos minutos ao castelo, entrou no quarto de D. Constança e, vendo-a deitada, num sofrimento tremendo, agarrou num pano, mergulhou-o numa bacia de água morna e colocou-o sobre a testa de D. Constança, tentando aliviar-lhe as dores.
D. Constança suava, sentia tonturas e não parava de gritar, apesar das tentativas de Inês para a acalmar.
Subitamente, D. Pedro entrou no quarto e beijou-a, acarinhou-a.
Inês ficou paralisada ao ver o Infante, pois ele costumava passar a maior parte do tempo em suas caçadas.
De repente, surge uma enorme mancha encarnada nos lençóis finos e brancos de D. Constança. Todos percebem que acabou de perder o herdeiro.
A pedido de Inês, as aias saem e Pedro fica com a sua mulher, que, muito fraca, chora por não ter aguentado o seu filho na sua barriga.
Choram os dois, até que Constança adormece... um sono longo, do qual não irá acordar.
D. Pedro, agarrado à mulher, grita de desespero, pois acaba de perder o filho e a companheira.
...
Passadas três semanas aproximadamente, D. Pedro começou a encontrar-se com Inês de Castro e, em pouco tempo, esqueceu Constança.
Inês e Pedro passaram a encontrar-se constantemente, quer no povoado, quer no castelo. A partir desses encontros e desencontros, a atracção que D. Pedro tinha por D. Inês evoluiu para um grande amor.
A partir de uma morte inesperada, cresce um amor eterno.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
No castelo, estavam D. Constança e Inês de Castro, falavam de como as caçadas de D. Pedro eram perigosas ao ponto de até poder perder a sua vida. D. Constança ficara muito preocupada com o marido pois não queria ser uma viúva grávida.
Mais para a tarde D. Pedro chegara ao castelo e D. Constança tentou falar-lhe da sua gravidez. Mas não conseguiu. Naquele momento ele nem a via, estava demasiado alegre com a caçada que tinha feito. Nesse momento chegara Inês de Castro, os olhos dela ficaram com um brilhozinho. Com isto D. Constança tentou não transparecer o receio que tinha de que D. Pedro ficasse com a aia.
Mas a sua insegurança não a levava a nada, por isso acabou por esquecer.
Passado algum tempo D. Constança conseguiu dar a notícia de que estava grávida, D. Pedro ficou perplexo, pois eram muitas emoções juntas: a felicidade, o medo de perder outro filho e a esperança de ter mais um membro na familia com o seu sangue, se sobrevivesse seria o sucessor do trono real.
Ficaram ambos muito felizes quando ele nasceu pois era o filho que eles sempre sonharam ter.
Após a morte de D. Contança, D. Pedro ligou-se mais a Inês de Castro mas ela também morrerá após alguns anos. Com isto D. Pedro enlouqueceu, e reinou miseravelmente até à sua morte no dia 18 de Janeiro de 1367, em Estremoz.
Joana Santos
nº7 8ºD
Uma caçada infeliz
D. Constança ia na sua carruagem quando ouviu um tiro. Mandou-a parar imediatamente e foi ver o que se passava. Quando saiu da carruagem, os seus olhos estavam admirados com aquilo que vira: D. Pedro estava a ensinar Inês de Castro a caçar!
- Acabou a brincadeira! - resmungou D. Constança - A minha aia?! A caçar com o meu marido?! Já para dentro do palácio!
- Às suas ordens alteza.
- Às suas ordens alteza.
Inês, enquanto caminhava para o palácio, ouviu alguém gritar pelo seu nome.
- Inês! Não se esqueça de me preparar o chá! - Era D. Constança.
- Claro que não minha alteza, ia já tratar disso.
Ainda não tinham passado 5 minutos, já Inês tinha o chá de pétalas de rosa feito.
- Pétalas de rosa, o meu chá preferido!
Quando a rainha acabou o chá, foi ver o que o rei estava a fazer. D. Pedro continuava na sua caçada e sem querer disparou um tiro na direcção de D. Constança...
Inês Monteiro 8ºD
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O começo
Bom dia !
A "equipa" que vai fazer este blogue é consituída por três alunos do 8º ano e uma professora de Língua Portuguesa do 2º ciclo. Será feito durante os 45 minutos semanais que os referidos alunos e professora têm nos seus horários como "Oficina de escrita".
Em anos anteriores, estes mesmos alunos, com outra docente, viveram outras aventuras.
Este ano, e com o objectivo unanimemente aceite de participar no concurso Inês de Castro, aventuramo-nos a integrar a blogoesfera.
Desejem-nos sorte!
Mariana Ramos
A "equipa" que vai fazer este blogue é consituída por três alunos do 8º ano e uma professora de Língua Portuguesa do 2º ciclo. Será feito durante os 45 minutos semanais que os referidos alunos e professora têm nos seus horários como "Oficina de escrita".
Em anos anteriores, estes mesmos alunos, com outra docente, viveram outras aventuras.
Este ano, e com o objectivo unanimemente aceite de participar no concurso Inês de Castro, aventuramo-nos a integrar a blogoesfera.
Desejem-nos sorte!
Mariana Ramos
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